sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

"Falso Deus", estava escrito por ai,
Ninguém mais queria ver herói agir,
Todos odiavam os homens de colantes,
Haviam protestos até mesmos dos Atlantes.

"Homens acima da lei? Isso não é boa ideia"
Era dito na Grande Assembleia.
Enquanto isso, o mau obviamente dominava,
Mas, as pessoas preferiam se mergulhar em lava,
E assim, se iniciou um reinado de terror,
Onde terríveis vilões infligiam a dor.

Eles continuavam recusando seres dotados,
"Não aceitaremos métodos tão atrasados!"
Os vilões continuavam seu reino,
Eis que então aparece um gênio.
Um homem acha a maneira de deixar o mundo a salvo,
Ele sequer tinha nome de herói, era apenas o Calvo.

O Grande Designer ofereceu seu serviço,
"Um homem que se veste de morcego? Que desperdiço!"
"Vocês precisam de uma reformulação de marca"
"Avião? Isso não é legal, usem uma arca!"
"Me deixem administrar sua imagem"
"Após isso, não precisarão mais viver na margem"


Lú e o Designer.

Milênios atrás, ele fora expulso do céu,
Condenado antes mesmos de ser réu,
Se tornara símbolo de toda maldade,
Antagonista da verdade.
Seu nome atormentava crianças,
Suas presença aniquilava esperanças.

Nada que ele fizesse era sinônimo de bom,
Era obrigado a viver sem fazer som,
Ele sequer podia ter alguma cria,
Ou alguém para lhe acompanhar em uma noite fria.

Mas então, nosso herói apareceu,
Com sua arte, ele eliminou o breu.
Foi capaz de dar vida ao Inferno,
Moldou ao Diabo um belo terno.
Deu beleza ao desprezível,
Graças a ele, o mundo teve outro nível.

Sim, um designer gráfico reformulou o mau,
Deu ao pior ser um novo astral,
Seus serviços ilustrou a própria morte,
Iluminou àqueles que nasceram sem sorte.

"Olá Senhor Lú, tudo bem?
  Lhe encontro aqui hoje, no Além,
  Pois acho que posso lhe ofercer meus serviços
  Alma? Por favor, não me confunda com esses lixos,
  Eu vim lhe oferecer a chance de melhorar sua imagem"
 E a vida de Lúcifer mudou após esse ato de coragem.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

rosa

Por alguns meses, ela fora a criatura mais bela,
Nenhuma alma viva via defeito nela,
Era uma clara filha do verão,
Uma rosa que despertava paixão.
Os dias eram ainda maiores,
Perto dela eles tinham ainda mais cores.
Mas, tudo mudou durante uma chuva de verão,
Onde ela vira e adotara a solidão.

Mas, quando no outono ela perdera sua esperança,
Desistira do futuro, mesmo sendo uma criança.
Ela não teve sorte, nasceu na estação errada.
Em um tempo onde não tinha qualquer conto de fada.

Em seguida veio o período mais frio,
No inverno ela perdera seu brilho,
Já não havia mais sol para a animar,
Estava desolada, sem nenhum lar.
A garota se vira sem qualquer alternativa,
Sequer conseguia se manter ativa.

Ela se levantou apenas na primavera,
Se lembrou, subitamente, que essa é a sua era,
Percebeu que ela era capaz de iluminar o mundo,
Uma flor que nasceria no poço mais fundo.
Alguém que cresceria sob qualquer diversidade,
Uma deusa que não possuía validade.

Tanta chuva no passado a desabrochou,
Mas outrora seu mundo era regado por dor,
O que outrora eram espinhos, hoje são flores,
Em seu rosto está estampado todas as cores,
Uma beleza regada por anos de chuvas,
Força conquistada após sofrer em lutas.

Sua vida esta guardada em seus olhos,
Em seu rosto está estampado seus portfólios,
Um pequeno exemplo de sua grande superação,
De como ela superara o inverno para viver o verão.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Até há pouco o mundo era dos deuses,
Éramos refém de seus quereres,
Todos os dias buscávamos a melhor oração,
Lutávamos pelo melhor pedaço de pão.
Terminávamos os dias sem nada,
Tudo que tínhamos era um conto de fada.

Crônicas de um improvável herói,



domingo, 23 de abril de 2017

eeae meu bom

Me esquento pela última vez nesse sistema solar,
Pela última vez respiro nesse imenso pomar,
O espaço é um lugar sem cor,
Mas, em nossas terras já não nasce flor.

Até pouco tempo, esse era o paraíso,
Viver aqui era sinônimo de sorriso,
Mas, nós esgotamos todos os recursos,
O mundo sucumbiu a nossa vida de abusos.

Hoje a Terra nos expulsa,
Nos fez corpos avulsa,
Seremos lançados em rumo ao nada,
Esse será o fim do nosso conta de fada.

Por anos sobrevivemos com sorte,
Caminhávamos sem conhecer o norte,
Os números desejavam nosso sucesso,
Mas, hoje a natureza voltou a ter nexo,

Nosso mundo voltou a ser caótico,
Até mesmo o ar se tornou necrótico,
Já não podemos morar em nossas casas,
Infelizmente, em nós cresceram asas.

Logo, aceito o incerto como destino,
Abandono o meu título de menino,
Aceito essa viagem ao incerto,
E, como humano, volto a ser um feto.



quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Sinto o peso de cada ferida,
Sou guiado pela falta de saída,
Sofrendo de transtorno pós traumatico,
Agustiado com um passado trágico.

Desse campo de guerra, trazemos cicratrizes,
Estamos movidos por nossas crises,
Memórias de um lugar marcado pelo terror,
Em uma terra sem sol ou flor.

Mas, a cada sorrido, temos um fuutro,
Um pequeno e esperançoso sussurro,
Prolongamos nossa vida incerta,
Um novo sorriso se torna nossa meta.

Juntos, conhesguimos até sonhar,
Abandonarem o inferno, tocaremos o ar,
E então, viveremos com nosso passado,
Toleraremos os corpos ao nosso lado.
We don't wanna fight anymore,
We keeping losing in our on lore,
We don't pick that life,
But, tha war burn inside.

Every second is paiinfull,
Turn us in a band of fold,
We give up after everyday,
Lose our feith when we pray.

We lose our body,
Lost in ours story,
We can't sleep in the night,
Prisioners of our light.

We don't have desilusion about freedon,
we just don't want live for a nation
We are tired to be our son,
We want our own cause to stand for.